segunda-feira, 15 de abril de 2013

Volta domingueira com upgrade de peso


À medida que vamos ganhando experiência de vida damos mais valor aos ditados populares, aos avisos e conselhos dos mais velhos que nos deram e claro não ligamos, à experiência de quem nos rodeia. E quando existe alguém perto de nós pronto a ajudar quando solicitados temos que aproveitar e dar graças (antes graças que dinheiro),  por estarmos rodeados de bons amigos e boa gente. E está lenga lenga vem a propósito da ajuda que o exmo Ricardo Rosa me deu na conceção-execução do suporte de bagageiro que a algum tempo o anseava fazer.
E após a sua montagem e afinação, hoje foi o dia de teste. Uma voltinha na nossa serra, em condições de habitual btt, com uma carga extra de cerca de 4kg. Para já é, e parece-me que vai continuar a ser, o melhor sistema de transporte para bike de suspensão total, pois a carga assenta diretamente na roda traseira não forçando o amortecedor a movimentos estranhos. O meu maior receio, e isto acontece essencialmente na minha bicicleta por não ter espaço em cima do aperto rápido, é o esforço lateral que o próprio eixo está sujeito, podendo entortar e partir.
Em andamento sente-se exatamente a mesma coisa que uma bike semi rígida, onde apenas percebemos um peso extra e a bicicleta com esse peso é um único elemento. Quando usei o suporte de selim sentia-se imediatamente, sem utilizar estradas de trilho, o baloiçar da suspensão traseira, originando um maior desgaste e creio também movimentos comprometedores para a mesma.
Primeiro teste aprovadissímo, agora resta-me esperar que o desempenho desta solução se mantenha e que não esteja daqui a 15 dias a dizer cavalgadas desta merda do caralho.







Relativamente à volta de hoje, foi uma descoberta de 3 trilhos espectaculo na nossa serra. Logo e apenas por isso valeu bem a pena os arranhões nas pernas do Carlos. 

JAS

segunda-feira, 25 de março de 2013

Sintra 24mar2013


Enquanto uns ficam em casa a coçar a cabeça entre outras coisas e outros vão visitar a família a África, há quem vai praticando um pouco do desporto que une este grupo de amigos, grupo esse bastante dinâmico, tão dinâmico que me faz lembrar o efeito criado pelas rodas dos carros que em andamento e numa determinada velocidade parece que estão paradas… tal não é o movimento.
E desta vez como tínhamos a saudosa companhia do Nés, decidimos ir a Sintra, pois é um local onde se consegue andar em trilhos e estradões nesta altura de chuva quase diária e verdade seja dita, também temos que aproveitar a ausência do Rui e ir para os locais prediletos onde pudemos fazer voltas espetaculares. E mais uma que não falhou. Até parece que é sempre bom quando vamos para o mato. Já parecemos os caçadores, que andam a manhã inteira e não disparam um único tiro, mas é sempre bom. Mas, espera, eles têm o convívio do almoço ou do lanche, com lebres assadas ou queijinhos e chouriço com tinto fresquinho…Alto lá, mas nós também temos a paragem para o reforço com barritas de coiso, cubinhos de marmelada e suminho com sais minerais ou uma bananita.
A volta desta vez começou na subida da penha longa-Capuchos, fizemos os trilhos da praxe, encontrámos uns amigos do Nés, da quadrilha de BTT estupendos4ever, subimos à peninha, onde não nos queriam deixar passar por falhas de compreensão das funções de um colaborador de um evento de plantação de árvores, distintamente resolvido pelo nés, que mais à frente mandou um daqueles “distintos” em que até a bicicleta lhe deu um beijinho na face. Nada de demais, foi apenas o espalhafato, para quem viu, e pelo que me parece está tudo bem, pois se tecla no pc e no telemóvel e ainda ouve Dream theatre, é porque não lhe dói nada, nem a cabeça.
Depois, voltámos aos capuchos derivámos para o castelo e decidimos ir explorar no regresso ao carro, tendo escolhido um percurso que ninguém conhecia, onde começou por uma daquelas poças, que nós tanto gostamos e acabou com dois rotebuleres ou pitvaileres, já nem os sei distinguir, atrás de nós a esfregarem as patas e a babarem-se da sorte que lhes tinha calhado, mas felizmente apareceram os donos que deviam estar a fazer um filme porno. - “Porquê que eu digo isso?”
- Já alguma vez viram uma mecânica de fato de macaco, com chaves de sextavada na mão, pintada, bonita e boa com um VW de capot aberto? Um VW com o capot aberto é só para meter água no depósito do limpa vidros…
Bom até casa ainda deu para meter inveja aos caçadores e ir comprar umas queijadinhas de Sintra. Felizmente ainda temos alguém a defender o bom nome do BTT e mostrarmos que este desporto também é praticado por homens de barba rija como nós.
JAS

domingo, 20 de janeiro de 2013

Italiana no cabeço


Tal como todos nós que por cá andamos, as voltas também têm as suas histórias. Umas mais dramáticas, outras mais entusiastas, outras iguais a muitas outras, outras com uma história sem história. Esta volta foi uma daquelas com uma história dos tomates, daquelas que me vai ficar para a memória. E não o foi por o Rui ter gaguejado comó camandro, foi mesmo por uma meia dúzia de minutos que me fez subir o ego, que ultimamente tem andado lá em baixo.
Na subida da estrada Bucelas-Cabeço da Rosa, quando estávamos a passar junto da entrada da construtora do Tâmega, começamos a ouvir um zumzum a aproximar-se. Olhámos para trás e observámos uma italiana bem encorpada a aproximar-se. Vinha de verde, bem equipada, em esforço, mas com uma expressão incólume, como se nada estivesse a acontecer (e não estava, apenas sou eu a fazer um granda filme), bem vistosa, digamos que daquelas que temos que desembolsar uns 2.000€ para dar umas voltinhas. Assim que sentimos a sua aproximação, digo ao Rui: “Embora, encosta à roda!!”. Aumento a cadência, para conseguir entrar no cone, mas ela começou a demorar a aproximação. Espreitei no canto do olho e confirmo que o seu ritmo estava abaixo da cadência que apliquei. Percebendo que poderia disputar mais uma taça para o meu museu, comecei a pensar que aquela aproximação repentina merecia uma picardia e assim foi. Continuei com o ritmo aumentando-o progressivamente, enquanto a subida se tornava cada vez mais íngreme  Fui tentando manter o ritmo elevado, conseguindo perceber que a distância entre eu e a italiana aumentava, estando esta cada vez mais em esforço, a adivinhar pelas suas constantes mudanças de engrenagens que ainda assim conseguia ouvir. Já com a topo da subida à vista, que quem anda nestas andanças deduz que a meta é aí, depois de uma curva à direita e com a inclinação a diminuir, senti uma ligeira aproximação tendo que, já num esforço a roçar o desmaio, aumentar ainda mais o ritmo. Os últimos 50m pareciam 500, nunca mais chegava ao fim e sentia que podia quebrar a qualquer momento, sendo a pressão da italiana constante e numa aproximação progressiva. Já apenas olhava para o alcatrão, não levantava a cabeça para não perder a concentração. Mais um esforço e VITÓRIA!!!!, festejada efusivamente. Consegui!! A Italiana pouco ou nada me ligou, sempre com uma fachada sem expressão, com um andamento elegante e recto  Nem um ciao, nem um bacamarte, nem um sinal. Esperei um pouco pelo Afro sacavenense Lapierre que assistiu ao desafio ainda tentou encostar-se à italiana, mas sem sucesso (acho que ainda rugiu nessa aproximação). Perguntei-lhe se tinha tirado uma foto (disse-me que se tinha esquecido de mudar o rolo) e lá nos fizemos ao restante caminho, comigo todo contente e com os créditos todos em alta.
Sempre por estrada até Sacavém, já pensava em como conseguir contar esta história a quem não estava presente. E para terem ideia da italiana, ainda fui procurar na net se ela era conhecida, pois para andar por estas bandas, tem mesmo que o ser. Não foi difícil, apereceram várias imagens, reconhecia-a de imediato: foto italiana
JAS

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Volta dos pastéis, sem pastéis, mas com café e bica


Há dias em que ainda antes de acordarmos já sabemos que não nos vai correr muito bem. E este domingo foi um desses tristes dias.
Comecei por acordar tarde, face à hora combinada, o que me obrigou a vestir e a arranjar tudo à pressa para minimizar o atraso. 
Nos arranjos da indumentária (por vezes parece que vamos para fora de casa durante uma semana) visto primeiro o jersey e depois o casaco, no fim as calças, mas as calças têm alças, logo tenho que tirar o casaco, que desta vez por acaso foram dois, colocar as calças e voltar a vestir os casacos; depois é o resto do equipamento – a corrente que tem que levar óleo, mas a bike está no chão e ao rodar com o pedaleiro para trás a corrente sai do sitio e encrava o desviador porque as mudanças estão cruzadas. Levanto a roda de trás e volta a engrenar tudo novamente. Rodo mais um pouco com a pedaleira para trás e enrola novamente. Claro que à segunda já penso um bocado e descruzo a corrente metendo as mudanças de trás e da fte no meio. Depois começo a calçar as luvas e percebo que me falta o capacete. Como as luvas são grossas tenho que as tirar para encaixar o fecho do mesmo. Já estou a sair de casa percebo que ainda me faltam os sapatos. Tiro as luvas novamente que voltara a calçar, para tirar a chave do bolso do jersey, pois já tinha fechado a porta da arrecadação. Tiro os óculos que já estão a embaciar, e coloco-os em cima do selim, juntamente com as luvas. Calço-me, fecho a porta, pego nas luvas…e lá vão os meus óculos de 830€, comprados no Lidl… capute, mesmo no meio da haste. Lá tive que abrir novamente a porta para buscar outros que adquiri na mesma loja duas semanas antes, mas de menor valor (410€), de lentes com muita vitamina C.
Vá lá que, apesar de estar tudo à minha espera, apenas me atrasei 4m03s. Ninguém reclamou, menos mau.
Sensivelmente a meio da volta, na tão esperada paragem para o café, ou bica para alguns, surge a segunda grande desilusão do dia...os pastéis de belém ainda não tinham chegado - o pasteleiro deve ter um despertador igual ao meu, que só toca músicas de embalar.
Nessa altura devia ter ido embora, diretamente para casa, mas não… continuei com o Carlos, o Rui e o João na voltinha em Monsanto, onde descobri que dois desses afinal eram duas gajas (um diz direita, o outro diz esquerda que por ali era melhor... em todas as bifurcações ou cruzamentos).
E o pior ainda estava para vir.
Começou a descer a avenida da Liberdade, onde momentaneamente esqueci-me que afinal a minha bike tem 9 velocidades atrás e não 8, mas felizmente ainda fui conseguindo equilibrar a picardia. Foi um mau perságio para o que me iria acontecer já ao chegar a Sacavém.
Depois de um arranque em tons agressivos do gajo do costume, tipo caniche quando está ao pé do dono, lá tive que levantar o rabo do selim e acalmar o gajo, que sorrateiramente e já mesmo a chegar ao destino, quando estava eu e o Carlos a conversar, nos apanhou e nos ultrapassou não havendo espaço para a recuperação… é verdade, o afro-sacavenense Lapierre ganhou-me uma picardia (se bem que no modo aciganado), mas que ganhou isso não posso negar. Depois de tanto matutar, de fazer várias experiências, inclusivamente com a minha bike e tb a do Carlos, deve ter descoberto o segredo que tanto tempo consegui guardar, que agora vou divulgar… tirar um dente ao carreto de 11.
JAS

sábado, 29 de dezembro de 2012

retrospectiva 2012

De Abril até Dezembro, parece que nada se passou. Mas, desenganem-se, muita coisa mudou... O rafael, lavou a bicicleta depois de a ter sujado quando a levava no carro para ir dar uma volta à Expo; o Carlos emagreceu mais de 50kgs, tendo chegado ao ponto de conseguir subir as picadas mais dificeis... mas continua a não ganhar nenhuma picardia; o Rui já começou a chegar a horas, mas é sempre o último; o Samuel desapareceu; o Miguel anda a desmantelar misseis; eu deixei de apertar parafusos.
Entrementes fizemos uma voltinha que conseguiu reunir grande parte do grupo e mais alguns lá de Fátima, numa epopeia Porto-Santiago, que correu extraordinariamente bem e que já alguma coisa foi escrita, mas ainda não publicada (é verdade Nés, está na hora de fazer um rastreio aos relatos existentes e publicá-los).
Poucas mais vezes nos juntámos. Os mais persistentes têm sido o Carlos - o maior, o Rui e eu que nos temos aventurado por umas descobertas nuns montes um pouco mais distantes, mas sempre na nossa periferia. Da malta que nos rodeia, o Nés lá continua nas suas desventuras e o Marco se mantém nas suas voltas semanais lá prós lados da Castanheira, e de vez em quando, nos vai fazendo uma visita.
Tem faltado alguma paciência e vontade para escrever, mas acho que isso é uma fase que poderá passar e quem sabe, me apeteça mandar umas farpas por aqui já a partir do novo ano.

Esperemos que este ano que para aí vem traga mais união e reuniões onde possamos partilhar umas voltas e umas epopeias valentes que nos ficam na memória.

Bone ané!!

JAS

segunda-feira, 2 de abril de 2012

volta dos cântaros de Sintra 01/04/2012

Como ontem não me apeteceu escrever, colo um pequeno texto de trocas de e-mail, pois hoje ainda não me apetece escrever.
"(...)Queria também acrescentar que temos que trocar e-mail´s encriptados uma vez que chegámos a Sintra e estavam perto de 1000 (mil) ciclistas no nosso pto de encontro (presumo que alguém tem um virus no PC e reencaminhou as nossas mensagens para a rede). Bom, mas por um lado foi bom que haviam gajos bem organizados, com zonas de apoio mecânico, abastecimentos e inclusivamente dois percursos marcados de 35 e 75kms, para quem não tem GPS (ainda estou para saber a que horas os gajos da fte se levantar para porem tanta fita).
Como nós somos gajos diferentes, mas não gays (note bem), tentámos andar fora desses percursos, para pudermos conversar à vontade.
Mas, também foi bom, com uma nota negativo, que temos que melhorar de saber andar em grupo (estamos a desabituarmos), ainda mais em zonas com muita malta, onde o primeiro tem que se preocupar com o segundo, o segundo com o terceiro e assim sucessivamente...mas com treino vamos lá (não é uma critica a ninguém em particular, pois acho que todos falhámos nesse capitulo).(...)"


E porque ainda não me tinha lembrado de publicar isto, temos que dar os parabéns ao nosso Pierre que tem mais um motivo para fuga da maria!

Nota1: estamos a ficar com saudades no nosso antigo presidente, um gajo sempre bem disposto, sempre a incentivar a malta (tal e qual como os vendedores de Agel) e sempre desejoso de chegar lá acima (para começar a descer). Onde é que ele anda?!? hum?!?

Nota2: link de volta de GPS ..........................................estamos à espera.....................................

JAS

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Dia oficial da inauguração dos "rolos"

Hoje foi finalmente o dia em que se rolou na nossa nova experiência, eu digo nossa porque lá consegui convencer mais uns quantos fugas de que esta ideia não era assim tão disparatada.



Aqui está o dito já com algum trabalho de embelezamento.









Os rolos são de fácil utilização ao fim de 10 minutos já se consegue dominar a técnica.

O treino hoje teve 30 minutos ainda deu para fazer uns 10 Km's a uma média de 20 km/h, tendo o Carlos direito a furo e tudo (acho que os rolos dele tinham picos). Desta vez não parei para esperar por ele mas acho que acabamos por chegar a lado nenhum ao mesmo tempo ;).

Aqui fica um pequeno vídeo do funcionamento dos rolos. Se repararem já fez efeito aos meus pneus que estão bem mais magrinhos.


 

Grande abraço e boas pedaladas
Rafa

domingo, 5 de fevereiro de 2012

volta de recruta

Hoje foi dia de recruta.

Nesta semana de frio a malta corta-se porque coiso e tal, ainda aparece para aí o homem abominável das neves ou então, porque lhe dói a garganta. E como ninguém desafiou ninguém, eu também não desafiei. Mas fui desafiado, por um aspirante a membro da fuga. E como nos está a faltar desafiadores (onde também partilho mea culpa) aceitei o convite e fomos dar uma voltinha para aquecer as pernocas.

Fomos à central eléctrica, descemos aos pneus e fizemos a single da mata do paraíso.

35kms, 3h15m, 570m de acumulado de subida. Nada mau, para quem tem andado pouco.

Abusei pelo percurso escolhido, mas no fundo, bem no fundo até foi bom, pois o Luis andou a semana passada, tem feio algum desporto ultimamente e é um caminho bom para ver como se sente… e no fundo para ir ganhando ritmo e coragem.

Agora é ir mantendo a vontade e juntarmo-nos todos os fins de semana, dessa vez com mais fugas, para levarmos uns bons empenos, que pelos vistos gostamos.


JAS

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Empeno Arruda-Montejunto-Arruda 2012

Afinal a vaca tossiu…

Depois de tanto me matutar, “se chover, não vou, nem que a vaca tussa”, lá fui na companhia do Carlos e do Lapierre ( o grande responsável da vaca tossir), para uma jornada de BTT.

Arruda-Montejunto-Arruda… para quem conhece, subir a serra de Montejunto e desce-la, por si só, já é um desafio. Vir da Arruda e voltar, é uma aventura.
Apesar do passeio ter sido cancelado à ultima da hora, por coincidir com uma prova organizada que passava em grande parte dos trilhos na serra, lá acabámos por manter o pacto, e não fomos os únicos, pois o parque da praça de touros de Arruda dos vinhas, estava lotado e fizemos todo o percurso a cruzarmos com mais malucos.

A volta já se adivinhava difícil, mas foi uma surpresa o estado do terreno ter ficado tão mau, apenas com um dia de chuva.

Até ao limiar da serra, pode-se afirmar que não estava assim tão mau, chuva, mas pouca, algumas poças, mas sendo a maior parte do percurso em tout-venant, até se torna um bom pavimento para se rolar. Contudo à chegada da serra o terreno começou a ficar argiloso e rochoso e quando assim é, a coisa começa-.se a complicar… começam e surgir os problemas mecânicos e o desgaste a acumular-se. E ainda nem tínhamos começado a subir, já a minha corrente começava a “chupar” na pedaleira pequena. E bastou mais 50m a Lapierre sentiu inveja e fez o mesmo. Conclusão, a partir daí foi tudo na pedaleira do meio… e na pedaleira do sapato.

Depois de 1hora, ou mais, lá atingimos o cume da serra, onde conseguimos lavar a engrenagem e durante um pouco, minimizamos esse problema, pelo menos até às antenas. O pior estava ultrapassado, pensámos nós.

Venha a descida… iuuuupi……ooooops (em português bem português (fod….cara….mos fod…..para esta mer….)) A descida era mais difícil que a subida. Um single completamente feito à lá pata. Escorregadio, pedregulho e lama com fartura. Aí confirmei que o Lapierre quando leva o sapatinho branco, torna-se mesmo um bom bailarino.

Com tamanha desilusão, só nos restava fazer o caminho de regresso. Zonas com bastante lama, tornava inciclável alguns trajectos bem interessantes, não fosse a condição do terreno. São daqueles trilhos que nos leva a fazer estes percursos longiquos…mas isso é quando tudo ajuda. Tempo para o Carlos estrear o quadro novo numa daquelas quedazitas.

Já se tornava um martírio…barulhos por todo o lado da bicicleta, subidas mais íngremes feitas a pé, enfim….foram daqueles momentos onde acho que todos pensávamos “o que é que eu estou aqui a fazer?”.

Felizmente os últimos kms foram a descer e ao fim de 6 horas e uns trocos, mais hora menos hora, alguém teve a excelente ideia de ir à casa do Benfica comer uma bifana e brindar com uma “jeca”.

Fotos há duas, pois a vontade de parar foi muito pouca, pois estávamos completamente enlameados e molhados e se em situações normais o registo não prospera, assim ainda menos……e, e.



Se todas as voltas fossem assim, acho que só andava de dois em dois meses. O que nos valeu foi a boa companhia e disposição, no fundo, como é normal e natural (cuidado sr. Presidente e Lapierre que com este paragrafo, já estou a entrar na corrida…).

VIVA A FUGA!!!

 JAS

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Passeio de Natal


Foi este fim-de-semana que alguns dos Fugas se juntaram para muito possivelmente o último passeio do ano. Não havia gorros de pai natal mas havia outro tipo de gorro para os mais friorentos que tinham de tapar as orelhas.
Foto de Grupo
 O ponto de encontro foi em Alpriate  por volta das 8H, quando eu o Miguel o Carlos e o Luis chegamos já lá estavam outros tantos o Marco, o Samuel, o João e mais 2 novos fugas o Nuno e o Ruben.

O nosso  objectivo era  seguir um track com a orientação do João, mas a coisa não correu lá muito bem (por culpa do GPS claro) e andamos mais tempo perdidos do que propriamente no trilho certo.










 Os trilhos estavam bastante bons, apenas nesta parte do troço estava com alguma lama.




 Aqui mais ou menos (des)orientados com o GPS do João o que nos valia era mesmo a paisagem para não ter de ver a subida que nos esperava. Os grandes trepadores fizeram a fuga os outros (eu) fiquei para trás para poder dar alguma folga a bike e para apreciar a paisagem ;).
Afinal também deram descanso ás "burras"

Já só falta 1 km para o topo ( se o GPS não estiver enganado)

Para quem diz que eu não subo comentem lá a foto...

Grande Luis dá um baile aos "putos"

 Mais a frente o nosso guia de eleição (Carlos) decidiu tomar a liderança e como já vem sendo hábito acabamos com as bikes ás costas ravina a baixo e bastantes silvas agarradas ás pernas mas sempre com o pensamento positivo do Carlos a dizer “tenho a certeza que o caminho é por aqui”. Não encontramos caminhos novos excepto os indicados pelo guia…





Por fim lá se consegui entrar no trilho certo e acabar uma excelente volta sempre com boa disposição .


Gostava de ver o Marco com a minha bike assim .



Foi uma volta curta, trinta e poucos kms mas valeu pelo convívio e para tentar voltar a forma física.



Desejo a todos um Bom Natal 
Rafa
PS- Façam por favor um comentário ás rodas novas do João porque se não fizerem ele vai ficar triste.

domingo, 30 de outubro de 2011

E foi assim este Domingo

Mais uma moedinha, mais uma voltinha, as crianças não pagam, mas também não andam...

Foi assim mais uma voltinha de Domingo- Parecia a montanha russa mas esta só com SUBIDAS, SUBIDAS, SUBIDAS, descida, SUBIDAS ... Com a falta do nosso guia, que nos foi representar lá para os lados do Pinhal Novo, ninguém se perdeu até porque todos os caminhos são nossos conhecidos.

Fotos não houve muitas, porque o nosso fotografo de serviço também se baldou, mas mesmo assim ainda se conseguiram 2 ou 3 de grande categoria.


         Fotos tiradas contra o sol resultam sempre muito bem...


                    Rafa a voar baixinho

               Rui também a voar baixinho mas muito rápido

                 Samuel apanhado pelo radar em excesso de velocidade

João a seguir as pisadas do Rui em voo super sónico, o que impossibilita que apareça na foto.

Já sei que as fotos não prestam, mas a culpa é da qualidade da máquina (telemóvel). Mais uma vez não existe track da volta porque alguém se esqueceu do GPS.


Tenham uma boa semana,
Rafa

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Candidatura à presidência

Pois é Rafa, acho que temos que ir a eleições.
Tens um sério candidato a ocupar o teu lugar, e é nada mais nada menos que este senhor....

O La Pierre

É que além de convocar voltas, também se arrasta, e em todas as subidas temos que esperar por ele.


Bom, eleições à parte e saindo agora da esfera da campanha que acredito virá a ser bastante dinâmica  e intensa, a adivinhar pela boa saude, não apenas financeira, mas também animica que este grupo está a atravessar, a volta de hoje foi uma vez mais comanda pelo Carlos...






, conforme dá para perceber.

Em todo o caso, mais uma vez percorremos locais novos para a maioria e desta lá encontrámos o single espectacular à primeira.
Passámos também na descida de má memória para o meu ombro esq e para o meu pulso dto, mas desta feita sem precaussos. Fotos do final da descida...





Nova variante, a caminho de Vila de Rei...




um single junto ao rio trancão, perto da Bemposta, feito em sentido inverso ( a subir - e desta vez não foi o Carlos e o Samuel a insistirem)...




e junto a A-do-Mourão, a ligação para Alverca pelos moinhos...





Foi uma volta, mais uma vez sem registo de GPS (não é que os não haja, mas a malta gosta mais deles em casa, deve ser para os amaricanos não os seguirem), para aí com 5.000m de acumulado, mais mil, menos mil e com singles do mais alto gabarito. A repetir.

JAS







domingo, 2 de outubro de 2011

volta dos pensamento ficticios

- "Hoje vou levar a t-shirt preta, porque ninguem vai levar o jersey do grupo Fuga da Maria. Sou sempre eu que leva e mais ninguém!" - terá pensado o nosso presidente enquanto escolhia a indumentária, no seu cantinho enublado por tanta falta de incentivo.

Pois bem.....




só para comprovar.

Mas, não foi o unico pensamento ficticio, houve outro que quando o Carlos diz em tom alto e em bom som "... a partir daí vêm atrás de mim que eu conheci um single espectacular!" - "pronto lá vamos andar às voltas e mais voltas e só fazemos um bocado do trilho, mesmo no fim" - pensei eu e até fiz questão de o dizer ainda mais alto e em som estereo.

pois bem...






Ao fim de alguns pequenos desvios lá encontrámos o dito single espectacular, bem perto da nossa serra.





Pois, mas esta foto é de um trilho já conhecido, junto da cascata, em Bucelas, pois não houve qualquer registo do novo, nem fotográfico nem por GPS
- "eh! não levo o GPS que a volta vai ser curta e vamos para lugares conhecidos, ó caraças!" - terá pensado o nosso presidente.

JAS








sexta-feira, 19 de agosto de 2011

volta de 14agosto2011

Depois da ultima vez, vou relatar a ultima bela pequena volta que fiz neste dia.
Foi uma volta pequena que fiz na nossa serra. Foi tão fixe, tão fixe, que só quem teve presente poderá sentir, porque não há descrição possível a tão bela volta.
Como fui sozinho, não há ninguém que a consiga descrever.
É por estas e por outras que só quem vai é que sente.

Gostava que todos tivessem vindo....mas não foram. Fica para a próxima...que poderá não ser tão fixe.

JAS

segunda-feira, 9 de maio de 2011

O meio single da Bemposta.

Desta vez, apesar de ter dormido + de 20min, o nosso presidente falhou à convocatória. E como ele, andem para aí outros baldas….mas isso é mesmo assim, a vida nem sempre permite, as bubas são difíceis de curar (não é indirecta para ninguém), a vontade nem sempre é mais forte que a inércia do descanso.
Vai havendo quem não falha, não conheço, mas que os há.. há!, e lá estavam 3 na aldeia mais conhecida deste blog, Alpriate.
Da parte que me toca, a inércia foi forte, mas a vontade de queimar umas calorias e especialmente a azia de 5ª feira, às 8h33m lá estava a juntar-me ao Rui e ao Carlos para mais uma jorna de BTT.
Desta vez era o Rui e eu, que tendo dormido mais do que o normal, cada um na sua cama e na sua casa, entenda-se bem, que nos queixávamos daquelas maselas que as pessoas com idade superior a 35 anos se começam a lamentar, quando ficam muito tempo deitadas.
E como estávamos com “não muita motivação”, lá escolhemos o caminho da serra de montachique para animar o espírito.




Como os fugas sabem, há aquela malta que assim que vê uma subidasita, toca de apear, mas como já estou habituado a esperas, especialmente depois de ter começado a ir com o meu filho andar de bicicleta para o parque da nações, lá me aguentei…Qualquer dia sofro de uma hipotermia qualquer que anda lá em cima por tanta espera…






Adiante, lá fomos nós pela cumeeira da serra, descemos pelo caminho do parte espinhas e tudo o que vier, descemos a calçada romana parte espinhas e afins, fomos molhar os pés ao rio






e o Carlos apresentou-nos meio single na Bemposta, que conheceu num passeio onde participou, que seguida da subida das vinhas e coiso e tal até à descida de Alverca, que o Rui insitiu em fazermos para afugentar o fantasma que viu há 3 semanas, lá completou a voltinha domingueira com 60kms e um bom acumulado de subida.



Não sei porquê, mas acho que foi o inicio do treino para a volta a Fátima, deste ano.

JAS

segunda-feira, 25 de abril de 2011

a causa...

A causa de nos metermos no btt. Foi este video que nos fez despertar o bichinho. lol



domingo, 17 de abril de 2011

Travessia do rio 17abril2011


Após de meias dúzia dias de ausência do blog, aqui vai mais uma breve história da cavalgada de hoje. O sol começa a apertar os betetistas começam a se levantar. E bem cedinho nos encontrámos, no local do costume, sem grandes atrasos. Eu cheguei às 8h18m, porque tive que apertar um parafuso do suporte do bidon que caiu e o Rui que desta vez e contra todas as previsões já lá estava há qq coisa como 5 minutos e o Rafael, o Nuno e o Edgar lá chegaram às 8h24m. Como a malta já não pedalava com a frequência desejada a algum tempo, decidiu-se fazer um trajeto mais soft. Ir a Bucelas, à queda de água, e tal e coiso e depois voltamos.


E assim foi, subimos a mata do paraiso, até ao moinho, descemos a zona dos saltos até à ponte do Zambujal, subimos os pneus até à central, vimos o Edgar mandar-se para o chão, descemos pela estrada romana, subimos ao medronho, vimos o Edgar cair, descemos até à estrada Bucelas/Montachique, vimos o Eddgar cair, seguimos ao parque aventura, atravessámos o rio em Bemposta, seguimos juntos das hortas contiguas ao rio, atravessámos novamente o rio, subimos até à cascata, continuámos a subir até perto de Santiago dos Velhos, lá descemos e subimos até à Quinta do cavalo lusitano, subimos ao marco geodésico, descemos até Alverca, vimos o Rui dar uma palhaça que valeu pelas 3 do Edgar, seguimos a Vialonga e regressámos às respectivos lares. Nada mau para quem queria uma voltinha soft de cerca de 50kms com 1100m de acumulado em aproximadamente 4horas. As melhoras ao Rui que apesar de não se ter aleijado, ganhou uns arranhõesitos para a história e ao Edgar que mandar-se 3 vezes para o chão numa manhã, não é para todos.
Fotos
https://picasaweb.google.com/lh/sredir?uname=grupofugadamaria&target=ALBUM&id=5596937939464320769&authkey=Gv1sRgCIHd8OjE6ZK-ew&feat=email

track da volta em:
http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=1621090


quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Festas

Como o Rui é um gajo que.... prontos é sportinguista..... nem se lembra que tem este meio de comunicação. Apesar de tudo ainda vai dizendo umas piadolas de vez em quando, sendo as anedotas o seu forte. E como a sua mensagem de Natal foi, vai lá, engraçadita, transcrevo-a, nem sem nem com a sua autorização e vice-versa, porque no fundo é um desejo comum de todos os fugas para com os seus amigos e leitores deste blog espectacular e bem actualizado.

"Chegou a altura....+/-2mts......de vos desejar um Natal cheio de Páscoas!
e se não nos vermos até lá, aproveito para vos desejar também umas optimas entradas e "elas" que gozem muito.

Nota:
Comam e bebam tanto como eu (este mês é do caraças) para estarmos todos ao mesmo nível.

Para o Ano é que é Carago...............
Abraço,

Rui Dias.



(Este texto foi escrito ao abrigo de um acordo ortográfico qualquer)."

JAS