domingo, 1 de fevereiro de 2015

O relato do Africano

Tarde (até aqui vez, podia ser Boa tarde, mas como não tenho tempo, então é só tarde),
 
era só para fazer um pequeno relato da volta super espetacular de hoje ao senhor José Alexandre Miguel Rafael Silva, mais conhecido pelo Jabas Mariquinhas. Porque ele gosta de saber e para saber que a gente foi (só para se sentir pior).
 
9:00 Sacavém, :30 mais tarde do que o combinado (desculpa lá outra vez Carlos), devido a uma imprevista Cagada de manhã (só foi bom porque fui mais leve) e à minha mais pequena, que hoje também queria ir pedalar com o Pai.
 
Traz traz traz, Loures, traz traz traz, Bucelas, Café em Bucelas.
Pimba pimba pimba, outra vez, pimba pimba pimba, porque a subida foi longa, Sobral de Monte Agraço. Hoje o senhor Carlos Watts Ultra Super Power Watts Carmelo estava mais fraco, ou era Eu que estava mais forte? Era Eu que estava forte como o Caral....
 
Sobral ! Àgua e bucha e vamos embora que vem lá chuva. Descer para a Arruda, só não foi mais depressa porque apanhamos uns Matrecos com bicicletas mais leves que as nossas e ocupavam a estrada toda (foi bom, um cheirinho à volta a Portugal).
 
Arruda ! Plano e a subir, Xau Matrecos, UIiii as pernas estão rijas porquê? Subir, subir, ai esqueci-me, traz traz traz, descer para Alhandra, pimba pimba pimba, não pus virgulas porque não fizemos pausas.
 
Alhandra ! O João não devia de estar em casa, então zuca, nacional, chuva nas trombas, mas pouca, aquelas terras todas, Póvoa, dois dedos de conversa, Xau Carlos, Xau Rui, ----------------Sacavém 12:30.
 
80Kms. Bom treino
 
Tenho que terminar e não completar ou verificar a pontuação, a minha Joana quer um Ogutu. Eu traduzo (Iogurte).
 
 
Rui World Champion UCI Dias

domingo, 8 de junho de 2014

Ic!!!

Há alturas onde só mesmo com uma garrafinha de Palácio da Brejoeira dá para escrever essencialmente depois de uma cachaporra de 106kms de onde saí de rastos. E como se deve estar a perceber pelo preambulo, daqui não vai sair coisa boa.
Mas, também não significa que sairá coisa má, antes pelo contrário.
O motivo desta intervenção, que vai fazendo falta ao blog, não é nenhuma… digamos que é mais um desabafo. A onça está no fim e o vinho também, e antes de começar a devastar o despenseiro só tenho a dizer uma coisa…. Amo a vida!!! Iiic
Podia acabar já aqui, aliás devia fazê-lo, mas antes disso vou me armar em polvo.
Vou ditar que o campeão do mundo deste ano será…… a equipa que vencer a final!
Não tenho dúvidas de quem serão os finalistas, mas só o direi depois das meias-finais disputadas. Entretanto, vou só ali buscar mais um copito que este já foi.
Peraí!!!
Vou agora abrir uma de São Domingos que afinal a outra já acabou.
Há uma coisa que não entendo…. Porque é que os meus amigalhaços me oferecem estas coisas? Palácio da Brejoeira, São Domingos, Porto Kopke, vinho tinto… será que dou assim tantas indicações que gosto destas coisas?
Esta questão leva-me a uma reflexão (já tinham saudades das minhas reflexões? – como tenho estado desempregado não tenho tido reflexões ) e essa grande incógnita é: Será que o facto de mandar todos para o caralho afasta as pessoas? Será que me levam a sério?
Ainda não tenho bem a certeza que ser sincero é aquilo que as pessoas gostam. Cá para mim as pessoas gostam de gajos bacanos, aqueles que só dizem aquilo que gostamos de ouvir!  Tipo frases de engate: - “ És linda! Nunca vi tamanha beleza em ninguém!”, mesmo perante a parte detrás de um esquentador.
Bom, se as mulheres acreditam, se calhar é mesmo assim que funciona a psicologia humana, porque elas são sempre mais evoluídas que os homens.
Esta reflexão que durou pouco mais que 5cl de São domingos, leva-me a outra:
Porque é que temos pêlos nas pernas? Será única e exclusivamente para concentrar pó nas pernas?
Não sei, mas ainda ontem vi o programa do grande Rogério Martins, no “isto é Matemática", onde predominava a pergunta: porquê é que os elefantes têm as orelhas tão grandes?… é para dissipar o calor corporal. Só me leva a concluir que os pêlos nas pernas servem precisamente para o inverso, ou seja para mantermos a nossa temperatura corporal. Conclusão: Ser verdadeiro e não rapar os pêlos das pernas, é uma incongruência!!!  Ou rapamos os pêlos das pernas ou mandamos todos para o caralho!!!
Eu por enquanto, mando todos para o caralho!!!


JAS

domingo, 23 de março de 2014

As nossas ambições

Hoje, enquanto me besuntava com valvulina no corpo depois da voltinha matinal, pus-me a reflectir (sim que isto de pensar é para o JJ e companhia – reflectir é mais filosófico… não! Não era sobre Pascal) sobre a evolução e retrocessos de ambições ou objectivos de um BTtista.
Se no início pensamos em fazer kms, e quantos mais fizermos melhor nos sentimos (isto em termos objectivos), passados uns tempos e com o melhorar da nossa forma física, começamos a pensar nos acumulados de ascensão, para de seguida entrarmos no campo da média horária. Agora, já se começa em falar em watts, mas por enquanto nem todos os dispositivos electrónicos dão essa informação… é uma questão de tempo.
Mas este processo não é exponencial nem constante, pois como desportistas domingueiros que somos, temos de uma forma geral, momentos onde falhamos um ou dois domingos e alturas onde o cansaço emocional está presente face à nossa semana de mais ou de menos trabalho, de mais paciência ou de falta dela para isto ou para aquilo que nos assola (como diz o grande filósofo César Nunes, “o que nos assola não são as coisas, mas a ideia que temos das coisas”), ou seja, fazemos grandes oscilações de forma, implicando desde logo com os nossos objectivos ou ambições.
 Se há três ou quatro semanas já estava a pensar na média horária, hoje desci à terra e estou na ambição de … deixa lá reflectir mais um pouco… de desfrutar. Pois é, desde o retorno ao mato (aconteceu a semana passada) entrei na fase do vamos lá dar uma voltinha porreira, fazer umas subidas e umas descidas espectaculares, e tentar chegar a casa sem moças. Mas, esta pequena ambição nem sempre é fácil de obter. Calma! Não fui eu que caí, nem tão pouco ninguém do nosso enormíssimo e gigantesco grupo. Podia ter sido… mas não foi. Nem eu, nem o Africano, nem o Carmelo… e desta vez também não foi o Nés. Mas qualquer um de nós já fez estas figuras, de tentar mostrar aos outros como se faz… ou sai lá da frente que eu digo-te como é que é.
E hoje enquanto descíamos as famosas lombas, num grupo que vinha atrás de nós houve um que tentou mostrar como é que se fazia e…esbardalhou-se todo, mesmo à minha frente. Calma, também não morreu nem partiu nada, felizmente. Aleijou-se um bocadinho, acho eu.
Se por um lado até me deu vontade de rir (por se ter armado em chico esperto – tentou-me passar numa zona cheia de calhaus), por outro fez-me pensar que já me aconteceu o mesmo e provavelmente poderá e irá acontecer mais vezes… é humano, está-nos no sangue. ”Macho que é macho não come mel, come as abelhas”, diz o grande filósofo Ricardo Rosa.

Conclusão da reflexão: Por grandes ou pequenas ambições que temos, não fugimos da nossa essência de latinos e mesmo quando definimos objectivos muito particulares e privados (“já estou numa fase de não ter que provar nada a ninguém”, pensamos nós) temos, por vezes, um momento onde acabamos por demonstrar a nossa fraqueza, quando no fundo queríamos mostrar o quanto somos “fortes”.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

115...com Óscares

Depois de 115kms puxado pelo CC, aqui estou eu fresquinho que nem uma alface para postar mais uma história de sofá.
Primeiro começo com uma sugestão… acrescentem uma ou duas folhas de louro no refogado na confeção das migas. Faz a diferença. Era para ter retificado na receita original, mas assim os que não leram, se calhar voltam atrás e dão uma vista de olhos, e os que a leram e não veem este post, vão achar que falta ali qualquer coisa às migas que agora vão perceber o que é.
Depois de 115kms puxado pelo CC, vi o Lobo de Wall Street. Não achei deslumbrante, talvez por estar habituado a grandes interpretações e grandes filmes do Leo. Mas, também porque a temática não é muito do meu agrado, pois se há coisa que não aprecio é gajos a brincarem com o dinheiro das pessoas como isso fosse apenas tratar-se apenas de dinheiro e esquecerem-se que, infelizmente, é esse dinheiro que define e delineia a vida das pessoas… e além do mais conseguem lucrar com isso como ninguém.
Alguns dias antes de andar 115kms puxado pelo CC vi e achei fascinante o filme “Her”. Como é possível um ser humano apaixonar-se por um sistema operativo? Será isso alguma vez possível? Gostava de saber que não… não pela situação contra-natura em si, mas porque leva-nos a uma sociedade completamente fechada e solitária, e os computadores assustadoramente inteligentes e expressivos. Não quero dizer mais nada do filme, mas vendo, percebemos que isso poderá ser possível… eu quase, quase tive caidinho pela Samantha… melhor banda original.
Muito antes de andar 115kms puxado pelo CC, vi o melhor filme de 2013… O clube de Dallas. Foda-se que filha de puta de interpretação… com caralho. Tema do catano, num inicio de uma nova era, e da qual me lembro perfeitamente de todos os medos e incógnitas. Melhor actor.
A Golpada Americana ou 12 anos escravo… grandes filmes. Para mim a Golpada fica à frente 115kms dos 12 anos. Sou como os putos que dizem que não gostam de azeitonas, mas nunca provaram, pois ainda não vi o Nebraska e o Philomena, mas não sei porquê… nã me cheira. Para já digo que a Golpada será o vencedor.
Ainda nem tinha pensado em andar 115kms puxado pelo CC, vi o capitão Philips… custa-me acreditar que tenha sido uma história verídica. Achei que os pretos, desculpem os africanos escuros tenham sido tão ingénuos. Gajo que atira para matar e não tem nada a perder, não cai em lenga-lengas. Mas, também foi bom ver porque assim quando passarmos numa situação do género em Marrocos, a quererem um resgate de 20 milhões pelo conta-quilómetros do Nés, sabemos como nos podemos safar… é preciso é alguém se lembrar do filme.
A Gravidade deverá ser eleito pelos efeitos especiais... porque a qualidade que vi era tão boa que parecia mesmo que a Sandra ainda tem 20 e tal anos.
Para já é tudo… para a semana há mais. Já sabem, bons filmes... na companhia do tradicional Bacalhau assado com Migas.

JAS

sábado, 25 de janeiro de 2014

Migas

Quando este grupo se formou, à cerca de 110 anos, mais cem menos cem, éramos tantos que haviam membros a quem eu não sabia o nome dos seus avós paternos. Entretanto o numero de associados foi descendo e hoje resumem-se a três ou quatro pagantes. A mesma situação se passou com a actividade neste blogue... o que escreve fá-lo cada vez menos e os que leiam e comentam, acompanham a linha descendente.
Como tudo o que digo (porque falo pouco) tem um propósito, quero com esta introdução dizer que pretendo revitalizar a vossa atenção para um blogue interactivo que vos consiga preencher o espírito e que vos faça pular da cadeira e comecem a dançar que nem índios a pedir chuva, uma vez que os meus últimos devaneios pouca receptividade criaram.
Assim, e fazendo uma acção social, no nível 5 (escala de referência 1 a 5 - soube disto quando cumpri serviço comunitário por ter esfaqueado um gajo que estava no café e que me chamou gay por usar calções de lycra) quero partilhar a minha experiência com as Migas.
Pois bem, uma das coisas mais importantes nas Migas são os ingredientes. Temos que escolher bem a broa e essencialmente o azeite. Claro que umas boas couves também fazem a diferença, mas a par do feijão, o que eu costumo de fazer é comprar as embalagens destes ingredientes já preparados.
Assim, os ingredientes necessários para a confeção das Migas são:
- 2 embalagens de caldo verde
- 1 embalagem de feijão de 500g (manteiga é o melhor)
- 1 broa
- 1 cabeça de alho
- 2 ou três folhas de louro
- azeite em boa quantidade.
- sal qb
Cozem-se as couves em cerca de 10minutos na água com um pouco de sal. Faz-se um refogado com os alhos cortados à rodelas, com o louro e juntam-se a broa desfeita (com aproveitamento da côdea) o feijão escorrido e finalmente as couves. Envolve-se tudo e voilá!!!
Não tenham dúvidas que vão fazer sucesso com estas Migas espectáculo.
Espero um dia destes ter respostas bastante positivas e inspiradoras, pois neste momento de angústia, qualquer inspiração é bem vinda, porque como sabem eu ainda tinha alguma esperança (apesar de não ter sido nomeado), mas a bola de ouro já foi entregue.

JAS

domingo, 19 de janeiro de 2014

Amaricanices - parte 2

Hoje apenas venho aqui ao sitio para parabanezir o CC pela nova aquisição da bike de estrada. E esta congratulação não vem em vão (linda frase). Estou feliz, não apenas por ele, mas também pelo facto de não termos que esperar tanto tempo no topo das subidas e também no ponto de encontro pela fresquinha... Grande Rui, finalmente podes nos acompanhar como os homens.
Sem me estender muito, quero apenas salientar, que os filhas das putas dos amaricanos, desta vez foderam-me, ó caralho, pois disseram que não chovia mais a partir das 7h e afinal choveu comó caralho, ora bolas!!! Se há coisa que detesto é andar com os colhões molhados, e esses cabrões foram os principais responsáveis por os meus colhões, e não só, estarem todos húmidos ao pontos dos pintelhos criarem orvalho durante este momento que estou a escrever esta merda.
Só por causa disso, este mês vou foder os amaricanos e não vou enviar a habitual encomenda.

Felizmente estou calmo e não ando práí a partir merdas, ó caralho!


Dassse

domingo, 12 de janeiro de 2014

Amaricanices

Depois de uma noite erudita que acabou com a auscultação de reagge através de Matisyahu
um beatboxer ortodoxo, de Amália Rodrigues, de Buika, de Estas Tonne e a sua viola mágica, de Birdy, The Black Mamba, de Milyes Cyrus, o Tigerman e Cee-lo Green , levantei-me esta manhãzinha cheiinho de vontadinha para ir andar de bicicleta. Pela primeira vez em 30 anos desejei que tivesse a chover (a ultima vez que desejei que chovesse tinha 9 anos e uns botins novos), mas não. Fui imediatamente buscar o telemóvel para ver se tinha alguma mensagem a cancelar o encontro, mas não. Lá tive que ir, ao ritmo de "riders on the storm" ter com os companheiros do pedal no local habitual a Nascente do sol poente.
Cada vez mais escrevo menos, e também não sei justificar o motivo. Se calhar não tenho muito para dizer, mas verdade seja dita que há sempre uma caralhada qualquer para contar, quanto mais não seja isso mesmo. E hoje o motivo que me moveu a bater teclas foi o respeito que tenho pelas Amaricanices.
Esta volta foi combinada porque tínhamos uma previsão de tempo que apenas previam chuva às 12h, e assim elaborámos um roteiro para estarmos em casa a essa hora. E não é que os marotos dos cabrões dos amaricanos acertaram em cheio? E digo os amaricanos porque o nosso site, do IPMA, não tem o detalhe de cada hora e verdade seja dita, tem uma taxa de acerto de 70% nas previsões, comparado com os 90% que eu observo através do Accuwheather.
Serve a propósito, para vos confessar mais uma inconfidência acerca dos amaricanos. Como sabem a minha alcunha quando tinha cerca de 10 anos de idade, era o Cavendish. Já se está a ver o porquê.. quem se picasse comigo num sprint levava a ratada. Hoje, mais uma vez foi demonstrado no nosso enormíssimo e loguissimo universo de bttistas (alguns nem sei os nomes) que não estou a mentir. Sabendo (com os meus 10 anos) dessa monstruosa capacidade pernomotora, os amaricanos enviaram drones que me observaram durante 5 dias úteis para confirmar os rumores que lhes chegaram. Entretanto ligaram-me para casa dos meus pais a perguntar se podiam combinar uma reunião comigo na NASA logo no dia seguinte. Claro que, como não conseguia justificar as faltas aos professores, disse imediatamente que não (isto tudo em inglês, muito bem falado, como quem me conhece, deve calcular). Responderam que conseguiam subornar os professores do 5º ano, com possibilidade de se estender até ao 12º ano caso o presidente Ronald Reagan fosse reeleito, como se veio a confirmar.
Como os portugueses são sempre os lixados, o RR (era assim que o tratava), quando eu estava no 10º ano ligou-me a pedir desculpa por não ter conseguido convencer o Bush, que entretanto decretou, não negociar com terroristas.
Adiante...lá fui ter com os amaricanos que me fizeram uma mão cheia de centenas de exames e testes (aliás os testes elaborados ao CR no programa que deu na tv foi o desenvolvimento do software que criaram naquela altura), tendo chegado à conclusão que a Força derivava dos gluteos. Pediram-me autorização para fazer um excerto para desenvolvimento, mas aí não deixei avançar. - "Hei, nobody messes in my glutes!!", disse eu. - O máximo que podem fazer é tirar um pelinho ou outro! ... olharam uns para os outros (eram mais de 20) e acenaram com a cabeça a dizer que podia ser.
Regressei para casa e pouco depois recebi um telefonema para me informarem que, derivado à proximidade do canal flatulento, o pêlo ficava contaminado pelo escatol e pelo metanotiol e como tal, a extracção de energia do pêlo ficaria mais reduzida. Como tal, pediram-me para fazer uma doação de dois pêlos por mês. E assim, todos os meses enviava pelos CTT um envelope endereçado à CHEMICAL ENGINEERING AND BIOTECHNOLOGY RESEARCH CENTER. Como era um assunto delicado e tendo um orçamento quase esgotado pelo testes e exames elaborados, os amaricanos propuseram-se a pagar metade do valor dos selos, mas encostei-os à parede e consegui convencê-los a pagar a sua totalidade, sob pena de fazer uma depilação definitiva a laser e queimar todos os pêlos retirados.
Mais recentemente, com o surgimento dos toalhetes e também com mais consciência da minha parte para o bem da humanidade, comecei a fazer uma alimentação mais equilibrada para reduzir a flatulência e a limpar-me com os dodots. Parecendo que não, com esses pequenos pormenores consegui reduzir a quantidade de pêlos (envio apenas 1 ) e consequentemente o custo de envio também reduziu, tendo com isso um beneficio económico que permite elaborar uma missão a Marte para o carregamento energético do robot que por lá navega.
Poderão estar a pensar o porquê de não ter feito uma parceria com alguns construtores automóveis para a pesquisa de uma energia mais limpa e duradoura (dizem que os meus descendentes têm 99% de probabilidades de terem o mesmo dom), mas na altura fiz um contrato de exclusividade e não posso quebra-lo, sob pena de pagar uma indemnização de 20.000 escudos.
Este assunto pode ter desenvolvimento, mas para já também não posso revelar todos os meus segredos... pelos menos num texto apenas... isto no mínimo, tenho material para 3 Temporadas.

JAS